sexta-feira, 28 de junho de 2013

Redescobrir Elis. Rever Maria Rita.


Hoje à noite, no Porto. Tão bom.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

E-Session, Engagement Session, Sessão de Namoro ou o que mais lhe quiserem chamar :)

E-Session, Engagement Session, Sessão de Namoro ou o que mais lhe quiserem chamar :)


Quando comecei a definir o orçamento para o casamento, decidimos à partida que não iriamos fazer sessão de namoro. Não fazia muito sentido: havia mil oportunidades para fazer sessões do género, tinhamos que poupar dinheiro e afinal... já tinhamos muitas fotografias juntos. Já mais perto da data, voltei a pensar nisso, li mil e uma opiniões e "oh, eu quero umas fotografias bonitas nossas, porque sim, nós merecemos!".

Depois... começou o "oh, mas não vamos ficar bem, não vamos conseguir estar à vontade, não vai ser fácil". Mas foi. Foi muio fácil. Quase sempre fácil esquecer-nos das objectivas e... namorar muito! :) A Elsa e o Rui (os nossos Fotógrafos-com-letra-grande) poderam conhecer-nos um bocadinho melhor e nós... bem nós lá percebemos que as fotografias do dia do casamento não iriam ser nenhum quebra-cabeças. Quando o resultado chegou eu só podia pensar que "oh, acertamos mesmo!). :)




terça-feira, 25 de junho de 2013

(ou como quem diz "voltei")

Chegar. Parar. Acalmar. Compreender estes turbilhão de coisas boas. Agradecer muito. Fazer contas. Muitas contas. Arrumar prendas. Sorrir. Contar coisas engraçadas. Ver e rever fotografias. Falar. Pedir. Conversar. Ouvir elogios grandes e ficar com o coração muito cheio. Responder a emails pendetes. Espreitar novidades em suspenso há mais de mês. Voltar ao trabalho. Rever pessoas. Contar novidades. Continuar mudanças. Achar que correu tudo imperfeitamente bem. Como eu gosto. Como eu sou. Como nós somos. Estar feliz.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Bom fim de semana!

Bom fim de semana!

terça-feira, 14 de maio de 2013

É fácil e não custa nada.

Vantagem 3001 dos Trasnportes Públicos: obrigam-me a respeitar horários.

Acordo às 7h porque o T. hoje saiu mais cedo e a Cookie estava a suplicar para vir ter connosco (ao mínimo sinal de movimento, ela mia como se estivesse a ser torturada). "Ah e tal, tenho tempo, vou ficar mais um bocadinho da cama". Espreito notícias, vejo blogues, miminhos da gata e "só mais um bocadinho". Depois os miminhos da gata passam a claros sinais de luta, passo-me com ela, borrifo-a, grito um "não" pela milésima vez. Arrasto-me para o banho, já obviamente atrasada. Saio do banho, passo-me com a gata que está empoleirada onde não pode estar. Tento vestir-me. Gata trepa-me pernas acima "que quer mais mimo" e consegue arranhão na dona número 200. Gata fora do quarto, arranjo-me à pressa, apanho um chocolate "porque não há tempo para mais". Café. Entro no carro arranco já imaginar a quantidade de tempo perdido no trânsito graças à preguiça e molenga. Carro avisa que tenho um pneu furado (não está furado, mas precisa de ser arranjado e perde o ar mais facilmente que os outros). Maravilha das maravilhas. Corro para as bombas. Fila para a bomba de ar. Senhor enche os pneus devagarinho, pega na mangueira da água, volta a pegar na do ar. Carro que está à minha frente na fila desiste. Óptimo. Senhor acaba de encher calmamente os restantes pneus, limpa calmamente as mãos, entra calmamente no carro. Saio do carro, ajusto a pressão do bendito pneu, volto à estrada. É claro que apanhei trânsito. É claro que lá fui eu muito de-va-ga-ri-nho um boa parte do percurso. É claro que quando pego no raio do telemóvel, enquanto conduzo a 10km/h tenho a polícia ao meu lado e levo com uma buzinadela e um aviso. Pelo menos arranjei estacionamento facilmente. E “só” cheguei meia hora depois do que queria. Bom dia.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Há dias em que me apetece andar para trás no tempo, pensar com calma, que há tempo para tudo, mesmo que saiba que desde que me lembre de ser gente que acho uma injustiça esta história dos dias com 24horas. 

Há dias em que quero vir cá ao blogue escrever, escrever e escrever. Das viagens que fiz e das que quero fazer. Do Caminho de Santiago que tem todos os posts em stand-by. Da minha casa. Do vestido, do arroz, da música, das ofertas e das mil ideias que quero por em prática (e das outras mil que terão que ficar por terra). Das pessoas boas que tenho à volta. Do chocotelegram tão giro que recebi. Do trabalho de equipa. Do concerto da Marisa Monte do do Gabriel. Dos livros novos lá na estante. Das certezas e das incertezas. Do sono que tenho. Da gestão de prioridades. Dos lanches, dos jantares e das (poucas) experiências. Do workshop que fiz com a Mariana. Da vontade que tenho que “esta seja a última temporada de Anatomia de Grey” (que não será). De propostas de emprego queafinalaindaaparecem. Do mil arranhões da parvadaminhagata. Das saudades. Dos desafios e das mil certezas. 

Há dias em que preciso de me sentar e parar. De fechar os olhos só um bocadinho. De parar de sonhar quevaicorrertudomaleaiJesusquesótenhoestaoportunidade. Outros em que só estou bem a “fazer”, a escrever os mails, fazer as contas, preparar as listas, apontar ideias e sei lá o que mais aparecer. 

Há dias que dão mesmo para muitos dias.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Doces ou Salgados* #01 : Bolo de Maçã e Canela

Doces ou Salgados* #01 : Bolo de Maçã e Canela
Adoro maçã assada, canela e cozinhas com cheiros saborosos, e adoro bolos quentinhos. E o último domingo foi dia de conseguir isto tudo com um bolo de maçã e canela fácil e muuiiitto bom. A receita foi adaptada daqui.

Ingredientes: 3 maçãs grandes, 3 ovos, 1 chávena de óleo mal cheia 1,5 chávenas de açúcar (se gostarem de bolos muito doces, podem por 2 chávenas), 2 chávenas de farinha com fermento (ou 1 colher de sopa de fermento adicional), 1  colher de sopa (cheia) de canela.


Mãos ao Doce (versão Bimby):  Colocar no copo uma das maçãs já decascada e picar na vel. 5 durante 10 seg. Juntar o açúcar e os ovos e bater 20 seg na vel. 4. Adicionar o óleo, a canela e a farinha e bater mais 30 seg na vel. 4. 

Mãos ao Doce (versão tradicional): Ralar com a varinha mágica uma das maçãs já decascada. Juntar o açúcar e os ovos e mexer bem. Adicionar o óleo, a canela e a farinha e mexer até a massa estar uniforme.

Depois: Fatiar as restantes maçãs e preencher o fundo da forma untada e polvilhada (usei uma de bolo inglês de silicone que não precisa de ser untada) com uma camada da fatias finas sobrepostas. Verter massa até cobrir o fundo as maças do fundo. Voltar a fazer nova camada de maças fatiadas e voltar a cobrir. Repetir o processo até acabar a massa (a última camada deve ser de massa). Levar ao forno pré-aquecido a 180º durante cerca de 50min. 

O bolo fica perfeito quando está morno (as maçãs assadas por dentro, e a massa cheia de canela são perfeitas assim).


quinta-feira, 25 de abril de 2013

Hello strangers! :)

"Cara" nova e colorida (olá querida Primavera!) e uma presença no livro das caras (as traduções são tramadas, não são?). Sou só eu que adoro recomeços?

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Feira do Livro do Porto foi... cancelada.

Continuo sem perceber porque é que vejo tão poucas pessoas a ler. 

Continuo a achar que "bicho raro" é quem acha um livro com mais de 100 páginas "grande". Um livro nunca é grande, pode no máximo ser pesado para andar na carteira. :)

Continuo a não entender pessoas que não ficam maravilhadas a entrar numa biblioteca, a olhar para uma estante cheia de potenciais sonhos. 

Continuo a gostar muito das pessoas que devoram livros. Que têm vida dentro dos livros. Que choram e riem e se arrepiam enquanto leêm. 

Continuo a achar um chá (ou um fino ou uma café...), um livro e momentos solitários um dos bons pequenos prazeres da vida.

Continuo a querer comprar livros infantis, só porque são sempre tão bonitos.

Continuo a acreditar e que seríamos muito melhores se abrissemos mais horizontes e... os livros são uma maneira bem barata de abrir horizontes.

E por isso não percebo. Não percebo porque os incentivos à leitura são sempre "a menos". Porquê é que as bibliotecas estão muitas vezes mal recheadas (pelo menos a que eu conheço está). Porquê é que as versões portuguesas dos livros são muito mais caras que as versões noutras línguas (e não, claramente não se trata de custos de tradução). Este ano há mais uma na lista: não haverá Feira do Livro no Porto. Uau.

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