quarta-feira, 31 de julho de 2013

it always seems impossible...

it always seems impossible...

segunda-feira, 29 de julho de 2013


Armários brancos, azulejo branco (com a típica barrinha) tijoleira de um branco duvidoso, lâmpada fluorescente no teto, máquina da roupa encastrada e umas prateleiras de acrilico... estranhas. A nossa cozinha tinha tudo "de típica cozinha de um apartamento com 10/15 anos". Blhack :)

Chegamos nós, saiu a máquina (para a lavandaria). Fizemos armários, tapamos 70% de chão com um tapete giro, pusemos um candeeiro, penduramos panos e quadros e enchemos o frigorífico de ímans. Ontem, com 3 prateleiras novas, passei a ver mesmo  "a nossa cozinha".

White cabinets, white tile, an old fluorescent bulb, recessed washing machine and a strange pair of  acrylic shelves. When we bought our apartment, the kitchen had all of a "typical kitchen of an apartment with 10/15 years." Blhack :)

So... we arrived and the washing machine left (to laundry!). We repaired the cabinets, we cover the floor (or 70% of) with a carpet, we put a beautiful lamp, some towels and pictures and we filled the fridge with magnets. Yesterday, with 3 new shelves, we finally saw "our kitchen".

#augustbreak2013

#augustbreak2013
A Art desafio, eu disse "sim, claro"! :)  A ideia e as regras são da Susannah Conway e estão aqui. Em Agosto, voltamos a desafios fotográficos, aqui e no Instagram. Quem se junta?
(E hoje, segunda-feira, dia de "recomeços", voltam os posts em Português e Inglês.)

Art.soul challenged, I said "yes, I'm in!" The idea and rules are from Susannah Conway blog.August is time to come back to photography challenges, here and on my Instagram. Who will join us?
(Today is Monday, a good day for "new beginnings", so it's time to turn the posts in Portuguese and English.)

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Que comece a festa!

Saio para fotografar o Porto. Corro para ver um bocadinho de Cuca Roseta "lá na terra". Preparar um quadro, imprimo fotografias. Volto ao Porto. Planos de almoço no Conga, lanche na Rota, jantar francesinha (sim, saudável, eu sei). Preparo um stopmotion em tempo record. Subo os Clérigos, desço a(s) Avenidas. Passo por Serralves (a entrada é gratuita amanhã!). Pinto prateleiras. Mimo. Continuo o álbum. Descanso. 

Soa tão bem.

Hippie

Hippie

As cores, os detalhes, a frescura. Esta casa cheira a viagens, a férias, a dias grandes e noites maiores. E o lado hippie do meu coração suspirou.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

DIY - Jardim de Cactos

DIY - Jardim de Cactos

Eu adoro cactos. São bonitos, são diferentes, são independentes, gostam de calor e melhor... não morrem se me esquecer de os regar dias a fio. Gosto tanto de cactos que levei alguns no meu ramo de noiva. Há uns dias vi esta ideia da Elsie e... não resisti!

Material: uma tina de vidro alta (encontrei esta na secção de jardim do Continente), areia, terra, pedrinhas, uma pá e claro, os cactos que quiserem juntar. Da próxima vez que mexer em cactos recomendo... luvas (sem elas soltei alguns ais!).

Mãos na Terra: Cobrir o fundo com areia - a Elsie fala em pedras, para ajudar a drenar a água... eu não tinha muitas pedras, mas tenha camiões de areia à disposição, pareceu-me uma troca justa. Juntar alguma terra (basta um camada de cerca de 1 cm). Plantar os cactos na disposição que mais gostarem (como os meus cactos já tinham a raiz muito entrelaçada nos vasinhos, aproveitei para usar essa terra (arranjei espaço na camada de terra já colocada para os encaixar). Colocar mais terra de forma a compensar os espaços vazios. Cobrir com pedrinhas. Como se vê na imagem, as camadas não ficaram tão uniformes como no tutorial original (ou é mais difícil do que parece ou sou eu que sou mais aselha...).


Eu acho... que ficou lindo!

quarta-feira, 24 de julho de 2013

é melhor ser alegre que ser triste, alegria e a melhor coisa que existe, é assim como a luz no coracao

mostrar da minha experiência "mãos na terra". preparar a máquina e computador para o workshop que começa amanhã. tratar de um presente bonito (ando a espalhar andorinhas por aí!). brincar com comboios  e conseguir tempo para levar a louca da gata à veterinária. dizer-vos o que tenho lido. pensar no fim de semana e nos passeios no porto. planear e esticar ao máximo aquelas 48h boas que estão quase aí. sentar-me a folhear o saborear o catálogo novo da IKEA . cantar.

terça-feira, 23 de julho de 2013

uma Casa

Há um ano atrás, meios nervosos meios incrédulos, corremos para a notária, ouvimos uma leitura e assinamos um papelinho que dizia que, dali em diante os senhores das Finanças sabiam que tínhamos uma casa. Uma Casa!

Cheia de paredes brancas, de divisões vazias, de trabalho por fazer. Uma casa minha, nossa, para nós.
E veio o trolha, o carpinteiro, o serralheiro, o picheleiro, o eletricista e o pintor. Chegou a cama, os sofás, os móveis que já não eram de ninguém e os nossas das outras casas. Compramos tapetes, louças, molduras, panos. Forramos mesas, arranjamos juntas, tratamos de madeiras e limpamos muita coisa.
Começamos a acordar lá. O quarto ganhou vida, e o escritório tralha. A varanda tem cadeiras e mesa "vamos jantar lá fora?". A cozinha ganhou novos cheiros e o frigorífico está cheio de recordações de viagens nossas e dos amigos. A sala já viu muito choro, muitos brindes, muitos risos e beijos e abraços. E até há por lá uma gata meia louca.

Hoje olho para trás e vejo tudo o que já conseguimos. E olho para a frente e penso no muito que ainda quero fazer. No mimo que ainda quero dar a estas paredes, a este espaço.  No prazer que me dá estimá-lo, pensá-lo, namorá-lo. No muito que esta Casa é minha, nossa.

Milão

Milão

Pequenina, funcional, elegante (mais do que bonita), Milão foi a cidade onde aterramos, ainda em processo "de assimilação". "Estamos casados (wooow), isto é a nossa lua-de-mel (uauuu), correu tudo tão bem (sorriso grande), temos 15 dais só para nós (que bom!).

Foi bom Milão ter sido a primeira cidade e termos as expectativas lá em baixo. Acabamos por gostar mais do que pensávamos à partida. E se é verdade que o centro histórico é pequenino, é também verdade que só a Catedral e as galerias Vittorio Emanuele II já fazem a visita valer.

 A catedral (Duomo) é um dos maiores e imponentes edifícios góticos da Europa. Os pináculos e inúmeras gárgulas e estátuas da cobertura são impressionantes e vale a pena perdermos algum tempo a reparar nos detalhes.


 Os maravilhosos vitrais (eu gosto sempre as cores e contrastes dos vitrais)

Capela na cave (eu sei que não deve ser "cave da catedral"). Cenário perfeito para  reuniões de um Ordem secreta (sim, Dan Brown faz-me mal).

Pilares do corredor central.

 
 Janela/vitral, vista do exterior.

 Galleria Vittorio Emanuele II - zona comercial conhecida como "Il Salotto di Milano" (a sala de visitas de Milão). 

Com uma planta em forma de cruz, o centro é marcada por uma cúpula e mosaicos que representam os quatro continentes.

Projectada pelo arquitecto Giuseppe Mengoni em 1865 (que morreu um ano antes das obras estarem concluídas), as galerias têm um bonita cobertura em metal e vidro (luz!) e estão cheias de lojas, cafés e restaurantes chiquérérérrimas :) (afinal, falamos de Milão!)

 O castelo Sforzesco ocupa o lugar de um antigo castelo da família Visconti.

Pátio interior do castelo.

 Símbolo da família Visconti - governaram Milão entre os séculos XIII e XV, ainda na fachada exterior do castelo.
 Mi
Vista da fachada exterior. A torre central (Torre del Filaret) marca a entrada do castelo.

Milão pode ser vista em 2 dias (já com direito a entradas em museus), é bonita e pequenina. Segundo o que li (e vi do avião), numa próxima oportunidade quero guardar um dia para conhecer o Lago Como (a cerca de uma hora de comboio).

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Dizer Sim #01: Lua-de-Mel

Chegam (vão chegando!) finalmente os prometidos posts sobre o casamento (e que bem que me sabe sempre falar disto!). E por onde é que começamos? Pelo fim, pois claro, que enquanto preparo o álbum da lua-de-mel, vou pondo de parte uma ou outra imagem para mostrar por cá.
Para onde vamos? Com tanta praia aqui ao pé não fazia sentido usarmos os preciosos 15 dias numa praia. Pois sim, que há praias lindas por aí, mas eu não queria um destino exclusivo "papo-para-o-ar". O T., um poço de coragem no que toca a agulhas, avisou que por ele nada de destinos que precisassem de vacinação e, se possível, um sítio onde podemos andar sem guia. E eu dizia que sim senhora, mas queria um bocadinho dos dois: cidade + descanso. Vontades feitas aos dois, sobravam dois continentes, risca aqui e acolá, combina por aqui e por ali, vê preços, corre internet, perde-te em imagens e os finalistas ficaram 2: Nova York+Alentejo ou Itália. Mas o Alentejo é já "ali", e 15 dias para Nova York é muito tempo e não há orçamento para mais cidades americanas e... Itália saiu dali como ilustre vencedora. Ainda me aventurei a passar numa agência e perguntar o que tinham para nós mas não me davam mais de três cidades e isso não me enchia as medidas. Se queria uma coisa "como eu queria", tínhamos que ser nós a defini-la. Comparamos mil preços. Pensamos em imensas cidades. Percebemos que estávamos a ser demasiado sonhadores. Cortamos opções. Vimos mais orçamentos. Pedimos ajuda aos amigos (obrigada Vannya!). No final tínhamos 8 cidades (e alguns arredores) à nossa espera.
Perguntaram-nos algumas vezes "porquê Itália?". Algumas das quais seguidas de "eu fui para México/Bora Bora/Maldivas e foi espetacular). Eu quase sempre encolhia os ombros e respondia que Itália também ia ser espetacular. E ficava a pensar que sim, eu  também gosto de férias, mas se nem conheço ainda a Zambujeira ou a Costa Nova que são "aqui" e se tenho um mar à vista da minha varanda, porque não procurar mais mundo pelo mundo? Porque uma viagem que envolve 8 cidades, avião, carro, comboio, metro, gôndola, vaporetto, navio e muitos quilómetros a pé só podia ser espetacular (pelo menos na nossa definição, que é a que interessa para o caso).

E foi. 7000km depois voltamos. Com coisas que adoramos e outras que nem por isso, com tantas histórias para contar, com muitas centenas de fotografias, e com as expectativas totalmente superadas. :)
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