terça-feira, 15 de julho de 2014

2 meses

sexta-feira, 11 de julho de 2014

but do it anyway

but do it anyway
 

Medo de falhar, medo de não ser capaz, medo de ser um risco desnecessário, medo de ter sido injusta, medo que não gostem do meu trabalho ou de alguma coisa que construí, medo de não conseguir. Tenho tantas vezes medo e... acho sempre que não devo, não posso, é parvo ter medo.

Hoje encontrei este texto. Eu tenho muitas vezes medo mas tenho tantas outras vezes coragem para o enfrentar. Agora que penso... é o medo que torna tudo tão bom.

Bom fim de semana!  

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Owlsome

Owlsome
E enquanto pesquisava corujas e ideias para o logotipo...





quarta-feira, 9 de julho de 2014

Saltos Altos Vermelhos (sabrinas para mim!)

Saltos Altos Vermelhos (sabrinas para mim!)



Não me lembro há quanto tempo sigo a SAV, sei que... já lá vão mais de 5 anos. Não sei se fiquei por a sentir uma mulher do Norte, se pelas ideias loucas ou por ser sempre tão genuína. Gosto dela quase sem explicação. Sei que temos gostos e ideias diferentes e ainda bem. Gosto muito de ler as perspectivas, de ver as roupas, de partilhar as indignações! :)

Enchi-me de orgulho quando apareceu a oportunidade de ser eu (eu!!!) a pensar numa cara fresquinha para o Saltos Altos Vermelhos. Os sapatos teriam que ficar, pois claro! E precisávamos de pensar numa coisa simples sem perder a identidade forte do blogue. Ela foi aparecendo e com ela um novo logo para o blogue blogue.

O Saltos Altos Vermelhos chegou aos dois milhões de visita já com a imagem nova e deixou-me com um sorriso parvo nos lábios.

Bom dia!

terça-feira, 8 de julho de 2014

Mexo e Remexo

Mexo e Remexo

Passo muitas horas da semana a pensar no que vou fazer no fim de semana. Passo algumas horas do fim de semana a pensar no que tenho que fazer durante a semana e... raios. Estou sempre ao contrário! :)
Com tudo isto, continuo a não conseguir encaixar o tempo suficiente para o blogue mas... aqui e acolá há sempre coisas novas prontas a aparecer com um dedinho meu (gosto tanto!!). No Domingo, decidi que era tempo de ter um logo bonito. "Adotei" uma coruja, escolhi uma palete de cores que cheiro a Verão e... aqui está ele. :) Prometo, prometo, prometo (!) novidades em breve.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Pontos soltos (e contagens).

Pontos soltos (e contagens).


Adormecer ao som da chuva não me parece uma má opção para o fim de semana. Uma ou duas noites.

O meu explicando passou de ano e prometo-lhe(-me) que para o próximo ano acabam estes sufocos. 

O T. está quase de férias  e eu... com o peito cheio de orgulho neste meu maridão.

Um mês para todas as avaliações saírem.

Um mês para o inicio da Viagem Medieval.

6 semanas para as minhas férias "grandes", 12 para as "pequenas".

Há um blogue que espero que "vá para o andar" ainda em Junho. Certo V?

"Só mais um bocadinho", "só falta um bocadinho" e... entro em agosto com 100% de objectivos cumpridos. Ohhhh yeah! :)

O Verão anda escondido mas... é sexta-feira!

Para o fim de semana... uma, duas, três boas ideias.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Amarante

Amarante

Entre a nossa vida corrida (oh férias, que tanto vos sonho!), precisamos de tirar uns dias (um dia!), afinal tinhamos um ano muito bom para ser festejado e não podiamos falhar. E se não havia condições para ir para longe, o que não faltam são lugares perto para descobrir. :) Optamos por uma voltinha por Amarante, para descansar, para espairecer e para conhecer o centro histórico de uma cidade onde nunca tínhamos estado.


Amarante tem um centro muito bonito e bem conservado. Em cada esquina há uma igreja, uma praceta amorosa, uma vista para o rio ou uma referência a um dos "nomes" da Terra (Agostina, Amadeo Souza-Cardoso e Teixeira de Pascoaes são os mais destacados).


Não houve tempo para entrar no Museu Municipal nem barriga para uma das muitas tasquinhas convidativas da rua comercial (Calçada do Calvário). Espreitamos a igreja de São Gonçalo (com fama de casamenteiro) e caminhamos um bom bocado. 


Voltamos ainda cedo, com vontade de voltar (nem que seja pelos petiscos e doces conventuais!). E se possível... um(s) quilos de cerejas boas como as que vieram connosco desta vez.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Bom dia!

Bom dia!

Hoje, uma sexta-feira cheia de trabalho e expectativas, dou por mim distraída a imaginar-me por aí. 
Onde quero ir, onde quero voltar. Acho que... gostava de voltar a quase todos os sítios onde já fui. Cá dentro, lá fora. Sítio confusos ou calmos. Com frio ou com calor. Quero ver pessoas, quero correr ruas, quero ouvir outros sotaques ou línguas. 
Gostava de tanto de estar agora num mercado em Istambul ou em Londres. De voltar a subir à Torre Eiffel, de ver Praga coberta de neve, de me intrigar com Budapeste e com Barcelona. Gostava de voltar a ouvir o sotaque maravilhoso do Nordeste brasileiro, ver o verde da Escócia, entrar num pub irlandês. Mas também pode ser por cá! Sentir a areia fininha do Algarve, provar um petisco alentejano ou sentir a paz de Bragança.
Quero mesmo voltar a entrar num carro/autocarro/avião ou até posso ir a pé! Por enquanto... fico por aqui a sonhar'. :)

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Assim.

Ainda que me permita sonhar, olhando para trás concluo que pouco do que idealizei se concretizou. Enquanto estudante, talvez, imaginava que após o término da licenciatura e consequente mestrado iria lutar por um emprego estável no qual me iria manter largos anos com uma remuneração adequada. Com o fluir normal da idade, das experiências, dos novos conhecimentos, já com um pé de meia que bastasse, daria o passo da compra da minha primeira casa, do meu primeiro carro. Entrava, assim, meio em devaneio. Como se a vida fosse assim, tão literal, tão preto no branco, tão fácil e tão assente em regras impostas. Como se, na verdade, tudo obedecesse a uma lei em torno do que é material, como se fossem necessárias coisas, objectos, para preencher vazios. Percebi então que há planos que podem ser traçados, pelos quais se pode e deve lutar, outros, pelo contrário, não obedecem a uma ordem ou boa vontade. Percebi que um emprego estável, ainda que obrigatório, é difícil de alcançar e que, após tantas experiências, desempenhar funções em algo que se gosta verdadeiramente é uma dádiva pela qual agradeço. Percebi que a paciência é rainha em cena e que o mérito, ainda que árduo de definir, ainda pode ser recompensado. Afinal, a moradia com a qual sonhei é facilmente substituível por um apartamento T3 nos arredores da cidade. Entendi que até o mais pequeno cantinho se pode transformar em palácio com bom gosto e pormenores que fazem a diferença. Já o carro que se encontra estacionado na garagem, com trabalho árduo é uma bênção e com certeza que os futuros filhos não necessitam de se pavonear num topo de gama. Apercebo-me, com o passar do tempo, que ainda que tenha vontade de comprar mil e um trapos contidos nas colecções da estação, ainda que me morda para adquirir mais livros para decorar as estantes, ainda assim, constato que tudo isto que consegui atingir, ainda que um pouco ao lado dos sonhos cor-de-rosa de outrora, é demasiado efémero comparado com o amor que tenho ao meu lado. Mesmo contendo uma vontade inimaginável de conhecer mais o mundo, de manter acessos certos luxos que pesam no orçamento mensal, sou capaz de respirar fundo e sorrir. A uns meros anos dos trinta, considero-me uma afortunada: consigo visualizar um futuro. E isto, só por si, é mais do que suficiente. Revelo-me uma pessoa simples, nada mais.

Sim, permito-me sonhar. Agora a dois.
palavras  da Ana, que podiam ser minhas (se eu soubesse escrever assim).

quarta-feira, 11 de junho de 2014

1 ano depois*

1 ano depois*

Vera e T., 
Um dia contaram-me que o Amor não se vê bem com os olhos, que não cabe num só coração e que é muito melhor quando partilhado. E eu... eu não sabia se era mesmo assim. Eu sei que o amor é um beijinho, um abraço e um sorriso mas não percebia porque é que é tão melhor se o dermos a alguém.

Sabes? Eu acho que o que te disseram é mesmo verdade. Olha para toda esta gente que veio até aqui para festejar o Amor! Estão todos aqui porque gostam da Vera e do T., porque querem partilhar este dia com eles, porque querem muito que sejam sempre felizes. 

Vocês descobriram o que me contaram! Encontraram o amor nas coisas pequeninas e fizeram- no crescer. Com paciência, com carinho, com dedicação. Perceberam que o amor está em tudo onde o quisermos encaixar. Está no caminho que percorrem, está nos sonhos que partilham, nas roupas que escolhemos para tornarmos esta festa ainda mais bonita, está nas alianças que partilham, nas fotografias que contam a vossa história, nos sorrisos cúmplices, no caminho percorrido, aqui. 

Vera e T., há ainda muita coisa que nós não sabemos, mas sabemos o que é o Amor. Queremos que o tratem com carinho, que o alimentem e que continuem a fazê-lo crescer todos os dias. Queremos que ele viva na vossa casa, que seja da cor que mais gostarem e que vos faça felizes, para sempre.

9.Jun.2013

*(e 2 dias!)
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