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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

A cidada mais bonita

A cidada mais bonita
O Porto (o meu Porto!) está novamente na lista dos nomeados para "European Best Destinations".

Praga, Londres, Roma e Paris também estão na lista e são cidades que vá... poderiam ganhar uma mensão honrosa :). Madrid, Milão e Berlin têm coisas giras mas... nops. Não lhe chegam aos calcanhares. Amesterdão, Atenas e Viena estão em espera por isso não sei!

Mas o Porto, diferente, especial, vivo sei muito bem. Vejo isso todos os dias, quando atravesso a ponte, quando se vê o velho casario, quando nos perdemos nos becos e ruelas e encontramos sempre (sempre!) coisas giras. O Porto está sempre (e cada vez mais) vivo e bonito e diferente. Por isso, eu visto a camisola pelo Porto.

Se alguém também quiser votar é só ir aqui :)

Por agora... deixo algumas fotos para a campanha. Haverá cidade que consiga juntar tão bem o sombrio e a côr, o sério e o alegre, o antigo e o moderno?


quinta-feira, 31 de julho de 2014

A Viagem está aí!

Se Óbidos é um dos expoentes das reconstituições de época, Santa Maria da Feira tornou-se a «capital» deste fenómeno agora tão na moda.

Quando o calor aperta nas ruas de Santa Maria da Feira, as mulheres vão buscar os vestidos compridos e os homens as armaduras. É tempo de desembainhar as espadas. Não é uma declaração de guerra ao Verão, mas a Castela. Tudo se passa ao longo do maior evento regional do mês de Agosto. Este ano, durante 11 dias consecutivos - de 31 de Julho a 10 de Agosto -, voltam os corpetes, a malha de ferro e as sandálias de couro que palmilham cada canto da zona histórica, onde há sempre qualquer coisa a acontecer. O castelo da Feira é um dos pontos nevrálgicos da trama, mas a área de acção estende-se por 40 hectares. E não são só os números que impressionam: o realismo da viagem histórica consegue reavivar o século XIII, em pleno reinado de D. Sancho II.

Aos treze anos, D. Sancho II torna-se rei de um reino desgovernado. São necessários acordos, findar conflitos. Nada se resolve de forma simples, as pressões surgem de toda a parte, conflitos de interesses, guerras diplomáticas. O casamento do rei é contestado, o reino é uma anarquia, o irmão Afonso e o papa não são aliados. Rei deposto, sem governo, atraiçoado, D. Sancho parte para Toledo onde morre nos inícios de 1248. 

Tudo o resto é História. Uma História que pode ver-se contada pelas ruas da cidade. Para fazer parte dela basta vestir o trajo a rigor (que pode ser comprado durante o evento) e dançar nos arraiais das ordens militares. O leitor poderá também sentir as dificuldades dos guerreiros e participar na subida ao castelo ou nos treinos dos escudeiros. Mas na «tomada d'Elvas» só participam os que superam o casting, uma espécie de testes à destreza e ao talento para representar dos guerreiros em part-time. Os ensaios para o grande momento começam quase um mês antes da viagem medieval.

Como nem só de esforço vive a feira, os banquetes também fazem parte da Idade Média. Da ementa constam as carnes de caça e, até, pratos árabes, no Restaurante da Mouraria.

No Lago dos Feitiços todos são livres de pedirem um desejo, e a avaliar pelos mais de 50 mil visitantes diários), há um pedido recorrente: voltar à feira para o ano que vem.

adaptado de "Um país a viajar no tempo", Revista Visão nº855

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Amarante

Amarante

Entre a nossa vida corrida (oh férias, que tanto vos sonho!), precisamos de tirar uns dias (um dia!), afinal tinhamos um ano muito bom para ser festejado e não podiamos falhar. E se não havia condições para ir para longe, o que não faltam são lugares perto para descobrir. :) Optamos por uma voltinha por Amarante, para descansar, para espairecer e para conhecer o centro histórico de uma cidade onde nunca tínhamos estado.


Amarante tem um centro muito bonito e bem conservado. Em cada esquina há uma igreja, uma praceta amorosa, uma vista para o rio ou uma referência a um dos "nomes" da Terra (Agostina, Amadeo Souza-Cardoso e Teixeira de Pascoaes são os mais destacados).


Não houve tempo para entrar no Museu Municipal nem barriga para uma das muitas tasquinhas convidativas da rua comercial (Calçada do Calvário). Espreitamos a igreja de São Gonçalo (com fama de casamenteiro) e caminhamos um bom bocado. 


Voltamos ainda cedo, com vontade de voltar (nem que seja pelos petiscos e doces conventuais!). E se possível... um(s) quilos de cerejas boas como as que vieram connosco desta vez.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Do PR6 // About PR6

Do PR6 // About PR6
O percurso é lindo mas muito difícil para fazer num dia de Agosto de calor infernal. Começa com  cerca de 2km a subir montanha (sem ponta de sombra...). Fizemos só metade do percurso (de Rio de Frades até Cabreiros), sempre a subir - demoramos quase 2horas a fazer pouco mais de 3km!!. O sol não ajudou (e não ter levado chapéu resultou numa valente dor de cabeça). Descemos a montanha, encontrei 3 novas caches e uma zona lindíssima de cascatas e lagoas, com espaço para piqueniques e sestas boas (acessível só para quem leva lanternas!). Para hoje ficam as fotografias e... uma grande dor de pernas.

The route is beautiful but really hard to do in a hot August day. Starts with about 2km climbing the mountain (without shadows). We did only half of the path  (Rio de Frades up Cabreiros), always going up - it took us almost 2hours to do little more than 3km! Hot sun did not help (and not having an hat resulted in a big headache). We walked down the mountain, I found 3 new caches and a beautiful area of waterfalls and lakes, with space for picnics and good naps (accessible only to those who take flashlights!). Today I have cool pics and... sore legs.

O trilho é bom, bem marcado e acessível. Peca apenas pela falta de sombras. // The path is good, well marked and accessible. The only problem is the lack of shadows.
A vista do topo da montanha é de cortar a respiração (problema: nesta fase já quase não era capaz de respirar!!) // View from the mountain top are amazing and a really breathtaking (problem: in this phase, I was hardly able to breathe!!!)



Ao contrário de uma boa metade do grupo, a Alice (cadela da imagem) tinha energia para muito mais. :)  // Unlike half of our group, Alice (the cut dog) had energy for more. :)

Em Cabreiros entramos no café da aldeia para um café e acabamos... a beber bagaço com mel! // In Cabreiros, we stop in the village cafe for a coffee and finished... drinking bagaço com mel!!! (typical portuguese (really!) alcoholic drink with honey)


Lagoas e Cascatas // Waterfalls and Lakes.

À procura de uma cache // Looking for a cache.

Paragem para mergulhos // Stopping for some dives

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Caça ao Tesouro

Caça ao Tesouro
ou melhor... Geocaching! Hoje troquei a companhia ao almoço pelo Porto. Depois de muitas recomendações para experimentar esta caça ao tesouro moderna e porque hoje me apetecia mesmo dar um passeio, dei corda às sapatilhas e fui procurar uma cache aqui pertinho. E descobri! A cache, o Conde de Lobão, uns jardins muito giros (e perto de uma Arcádia) e uma coisa nova para ir fazendo (o mapa de caches disponíveis é... "apetitoso"). Quando ao Geocaching, ainda há muito que não sei (mas para quem quiser, há muita coisa disponível na página oficial, na Wikipedia ou pelo Google fora. De hoje, ficam as fotos e o registo da minha primeira cache.











terça-feira, 18 de dezembro de 2012

344.366

344.366
O xisto dos telhados e fachada,s o azul das janelas e das portas, o branco da igreja a contrastar. E não fossem as antenas e um outro cabo ou caixote do lixo a estragar a paisagem e Piodão entrava para o 1º lugar da aldeia mais bonita que já vi.

343.366

343.366
"Ai querias ir até Sortelha? Então, espera só lá um bocadinho para eu atravessar a estrada e já continuas estrada fora"

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Aldeias Históricas

"Feitas de granito e xisto, guardam histórias de conquistas e tradições antigas. Visite-as e descubra um dos nossos segredos mais bem guardados. Ficam no centro de Portugal e descobrem-se ao longe nas altivas torres dos seus castelos medievais. Hoje são pacíficas e mantêm nas pedras da rua e das casas o que Portugal tem de mais genuíno: a autenticidade do seu povo e o orgulho de uma História com 900 anos.Mas nem sempre foi assim. Assentes no alto das serras, das suas torres e muralhas se vigiavam as terras em redor. É por isso que estão estrategicamente alinhadas ao longo da fronteira. Reis e senhores da terra sabiam que assim podiam dormir mais sossegados.Enganavam-se por vezes. Mouros e cristãos, castelhanos e portugueses, todos tentaram tomá-las para si e por isso cada uma tem uma história muito antiga ou uma lenda para contar. Ou uma história mais recente. Como Almeida, cujo formidável baluarte capitulou no séc. XIX perante tropas francesas comandadas por Massena, após uma heroica resistência de 17 dias.Vai encontrar muitos motivos de encantamento nas nossas Aldeias Históricas. E não será só o património e a história. Aqui poderá desfrutar das paisagens mais soberbas de Portugal e sentir-se rodeado da mais natural simpatia. "
 em VisitPortugal.com, sobre as Aldeias Históricas.

Em Julho passamos por Almeida, Castelo Rodrigo e Castelo Mendo. Amanhã partimos de novo para os mesmos lados. Marialva, Trancoso, Linhares, Belmonte, Sortelha, Guarda, Monsanto, Idanha a Velha, Fundão, Castelo Novo e Piodão estão no roteiro. Fazemos assim uma roadtrip por aquele cantinho tão bonito e passamos a conhecer todas as nossas Aldeias Históricas. As malas vão cheias de casacos, luvas e botas. As estadias estão reservadas e... vamos andar sempre a saltar. E nem o frio, o gelo e os dias curtos nos devem parar. Venham as terras altas, os castelos, a comida boa e a gente simpática. Prometo uma mala cheia de fotografias.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Portugal


Portugal
Eu tenho vinte e dois anos e tu às vezes fazes-me
sentir como se tivesse oitocentos
Que culpa tive eu que D. Sebastião fosse combater os
infiéis ao norte de África
só porque não podia combater a doença que lhe
atacava os órgãos genitais
e nunca mais voltasse
Quase chego a pensar que é tudo mentira que o
Infante D. Henrique foi uma invenção do Walt Disney
e o Nuno Álvares Pereira uma reles imitação do Príncipe Valente
Portugal
Não imaginas o tesão que sinto quando ouço o hino
nacional
(que os meus egrégios avós me perdoem)
Ontem estive a jogar poker com o velho do Restelo
Anda na consulta externa do Júlio de Matos
Deram-lhe uns electro-choques e está a recuperar
àparte o facto de agora me tentar convencer que nos
espera um futuro de rosas
Portugal
Um dia fechei-me no Mosteiro dos Jerónimos a ver
se contraía a febre do Império
mas a única coisa que consegui apanhar foi um
resfriado
Virei a Torre do Tombo do avesso sem lograr encontrar
uma pétala que fosse
das rosas que Gil Eanes trouxe do Bojador
Portugal
Se tivesse dinheiro comprava um Império e dava-to
Juro que era capaz de fazer isso só para te ver sorrir
Portugal
Vou contar-te uma coisa que nunca contei a ninguém
Sabes
Estou loucamente apaixonado por ti
Pergunto a mim mesmo
Como me pude apaixonar por um velho decrépito e
idiota como tu
mas que tem o coração doce ainda mais doce que os
pastéis de Tentugal
e o corpo cheio de pontos negros para poder
espremer à minha vontade
Portugal estás a ouvir-me?
Eu nasci em mil novecentos e cinquenta e sete Salazar
estava no poder nada de ressentimentos
o meu irmão esteve na guerra tenho amigos que
emigraram nada de ressentimentos
um dia bebi vinagre nada de ressentimentos
Portugal depois de ter salvo inúmeras vezes os
Lusíadas a nado na piscina municipal de Braga
ia agora propôr-te um projecto eminentemente
nacional
Que fôssemos todos a Ceuta à procura do olho que
Camões lá deixou
Portugal
Sabes de que cor são os meus olhos?
São castanhos como os da minha mãe
Portugal
gostava de te beijar muito apaixonadamente
na boca.

Poema de Jorge de Sousa Braga

terça-feira, 25 de setembro de 2012

267.366

267.366

Nas Serras do Soajo e da Peneda existe um tipo de povoamento muito típico: as Brandas e Inverneiras, que são núcleos habitacionais temporários cuja origem se prende com a necessidade das populações utilizarem os pastos localizados na serra para alimentar o gado. Este processo de transumância tem a ver com a garantia de alimentos e, consequentemente, com a sobrevivência humana. A Inverneira, como o nome indica, é a aldeia onde a família passa o Inverno e localizam-se em vales, ou seja, em altitudes baixas. No princípio do Outono, as pessoas descem para a Inverneira permanecendo aí até Março. Nessa altura, sobem para a Branda, onde se fazem as sementeiras e onde se passa a maior parte do ano. Hoje em dia, nas poucas aldeias que mantêm a tradição, as pessoas apenas levam os animais e alguns haveres, ao contrário de antigamente, em que as pessoas levavam até a mobília. As Brandas e Inverneiras são, sem dúvida, um elemento importante da cultura da população deste território, sendo, por esse motivo merecedoras da sua visita.

 Na foto, uma casa na Varziela, uma inverneira de Castro Laboreiro. Onde não havia luz pública (nem rede de telemóvel, nem estrada de acesso às casas, nem qualquer residente actualmente!) o que nos davam um céu "como já não há".


quinta-feira, 12 de julho de 2012

189.366

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 @algures na estrada entre Figueira de Castelo Rodrigo e Almeida

quarta-feira, 11 de julho de 2012

188.366

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@Parque Arqueológico do Vale do Côa, no (muito espectacular*) visita nocturna.

*porque as gravuras ficam muito mais destacadas e porque aquilo é o mais "natureza pura" onde eu já estive. Veem inúmeras estrelas a olho nu e não se vê uma única luz (fomos com uma lanterna apenas) e a presença humana é tão escassa que os bichos não tinham medo de nó. No pouco tempo que lá estivemos vimos vários sapos, um ou dois morcegos, milhares de mosquitos, e outras companhias (é incrível a quantidade de barulhinhos de animais que se ouve).

187.366

187.366

O fim de semana passado foi passado em Figueira Castelo Rodrigo, na Quinta Pêro Martins. Tão bom, tão relaxante, tão simpático, tão "em casa". Gostei tanto do tratamento pessoal, tão diferente dos industriais e matemáticos hotéis. Todos os quartos eram diferentes, a decoração muito bonita, o pequeno-almoço caseiro e feito para a hora que quiséssemos, sem horário, sem restrições, sem chatices... Perfeito.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

127.366

127.366
(imagem de.mel.e.de.sal)

Não faço ideia do porquê mas eu, que tenho vertigens, não tenho ponta de problemas em andar de avião. Aliás, adoro ver "o mundo de lá de cima". Nesta imagem, a Ria Formosa.

terça-feira, 8 de maio de 2012

122.366

122.366
(imagem de.mel.e.de.sal)


Diz que o 1 de Maio é dia de festejar a Primavera e a abundância em terras algarvias e, por todas as terrinhas e terriolas, há festas populares, caracoladas e piqueniques.  Descobrimos isto no último 1 de Maio. E porque quando é para caracoladas podem sempre contar comigo, passamos a tarde em Faro a saltar de tasco em tasco (foram 3 pratadas!) a experimentar caracóis.

120.366

120.366
(imagem de.mel.e.de.sal)

No Domingo (o ouuutro Domingo!) dê-mos um saltinho rápido a Guimarães. Apercebi-me que devo ter tido um problema qualquer nos últimos anos porque, apesar de já lá ter estado antes, umas duas vezes, não me lembrava de nada da cidade!! E gostei tanto dos bocadinho que vi. Um dia destes, volto lá. De certeza!

terça-feira, 6 de março de 2012

2xLisboa :três:

2xLisboa :três:

Temporariamente está também na Gulbenkian a exposição Fernando Pessoa, plural como o universo. As exposições temporárias não estão no mesmo edifício do Museu, mas no edifício principal (?) da Fundação. Ao entrar, ficamos sempre boquiabertos com o enorme (e incrível) painel geométrico que vemos à entrada (detalhe em baixo). Este painel foi uma das últimas obras de Almada Negreiros e chama-se "Começar". O desenho para o painel pode ser visto aqui.


A exposição é gira simples e interactiva. Apetece ficar, apreciar, ver todos os excertos escolhidos de cada heterónimo, reparar nos estudos das assinaturas, "folhear" os originais, decifrar apontamentos, sentar e ouvir. Se tivéssemos entrado aqui primeiro, é provável que já não víssemos a colecção principal (que está sempre lá).

Painel inicial da exposição

Amadeu de Souza-Cardoso (não me recordo do título, mas gostava muito de o ter na sala)
 
Retrato de Fernando Pessoa, Almada Negreiros


 Caixa de areia com projecção de textos

"louco, sim, louco, porque quis grandeza. qual a sorte a não dá. não coube em mim minha certeza, por isso onde o areal está. ficou meu saber que houve, não o que há. minha loucura, outros que me a tomem. com o que nela ia. sem a loucura que é o homem. mais que besta sadia, cadáver adiado que procria?" (D. Sebastião, Rei de Portugal, Mensagem, Fernando Pessoa)


 Último poema de Alberto Caeiro. Reparem nas anotações, rasurados, notas em inglês... 

A versão final ficou assim:

"Todos os dias agora acordo com alegria e pena.
Antigamente acordava com sensação nenhuma: acordava.
Tenho alegria e pena porque perco o que sonho
E posso estar na realidade onde está o que sonho.

Não sei o que hei de fazer das minhas sensações,
Não sei o hei-de ser comigo.
Quero que ela me diga qualquer coisa par eu acordar de novo.

Quem ama é diferente de quem é.
É a mesma pessoa sem ninguém."


Um dos muitos extractos (este do poema "O que Nós Vemos" d'O Guardador de Rebanhos, Alberto Caeiro) que vemos por aquelas paredes.



No final, voamos até ao Teatro da Trindade, que aproveitar para ver o Libertino. Pessoalmente não gostei. Achei a peça chata, demasiado pesada, com duração muito superior à efectivamente necessária. Valeu pelo teatro e pelo guarda-roupa.


À saída, ainda deu tempo para dar um saltinho ao Largo do Carmo e acabar em beleza com um gelado da Santini ("limão com framboesa" acabou de destronar o meu favorito Tiramisú da Carte D'Or, entrando directamente para o meu top 3 dos gelados!) :)



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