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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Um caos em casa ou... 6 coisa para agradecer

Adoro a minha casa mas... estou longe de conseguir que ela esteja tão arrumadinha como gostaria (e o meu "gostaria" é bem mais relaxado do que, por exemplo, o "gostaria" da minha mãe). 
É difícil! Somos óptimos colecionadores de "coisas", temos horários alucinados, um bebé e duas gatas. Ando a tentar fazer algumas melhorias (a fundo!) mas.. no entretanto é necessário ir mantendo a sanidade e continuar a sentir-me bem por cá. Por isso... hoje fiz uma lista para "agradecer" a minha desarrumação:
  • Há sempre muita roupa por lavar - Ok, é porque temos muito para vestir, coisas giras, que nos ficam bem. 
  • A cama nunca está impecavelmente feita - Porque é partilhada. Porque tem um berço juntinho sempre ocupado. Porque a uso quando tento adormecer o Duarte. Porque é o local semi-proibido preferido das gatas. 
  • Brinquedos e "tralha" de bebé por todo o lado - Que bom! Para o Duarte ter coisas diferentes para fazer. É sinal que as nossas brincadeiras não se resumam ao tablet e à televisão. 
  • A cozinha não está sempre bem arrumadinha - Porque há dois cozinheiros amadores cá em casa. Porque há muitas vezes amigos a almoçar/lanchar/jantar por cá. 
  • Há livros a mais, papeis a mais, cadernos a mais - Livros não são a mais. A correspondência vem porque temos uma casa (reciclar!). Os cadernos/dossiers existem porque somos "eternos" estudantes e ainda bem!
  • Pêlo e um sofá semi destruido - É talvez dos pontos o que mais me chateia mas... é o preço que pagamos por doses de mimo extra em versão 4 patas.

A minha casa nunca está impecável. Mesmo com as pequenas melhorias que quero ir "implementando" nunca estará. Mas... a nossa casa tem muita luz, todos os dias se dança e há uma porta sempre aberta. Isto ninguém nos tira! Agora... vou ali arrumar uma gaveta. 

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Coisas estranhas que se fazem depois de ter um bebé #01

Estar com o bebé aborrecido no carro. Um bebé que gosta que o carro esteja em movimento e que está cheio de sono. A passagem de nível está fechada. Eu aproximo-me muito devagar. Continua fechada. Ele começa a choramingar. Eu faço marcha-atrás muito devagar e volto a andar em frente. Continua fechada. Eu volto a fazer marcha-atrás... ... ...

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Cookie*

Cookie*


Eu sou dog lover assumidíssima. Porque os cães são os melhores companheiros, porque olham para nós com aquele ar de "és a pessoa mais espectacular que eu conheço", por ficam sempre tão felizes, porque são desastrados e amorosos e... :)

O problema é que cães  + pessoas-que-nunca-estão-em-casa + apartamento = impossível. Mesmo tendo varanda e até tendo algum espaço acho uma crueldade deixar um cão sozinho 12h/dia. E depois requerem tempo. É preciso ir passear, é preciso treinar, é preciso ralhar vezes e vezes sem conta. E já algum tempo que dizia que "um dia podiamos ter um gato em casa".

E assim foi, o T., mais maluco que eu por coisas de 4 patas,  pôs mãos à obra e no Sábado, disfarçada de prenda de anos, chegou lá a casa uma gatinha pequenina. E eu virei dog-and-cat lover que isto do coração é coisa que tem espaço que nunca mais acaba.


So, ladies and gentlemen, meet Cookie (ou bolachinha, ou estriquini, ou pequenota, ou...) , o novo membro da família.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

106.366

106.366
(imagem de.mel.e.de.sal)

Fui ao baile da paróquia canta o Rui. Eu fui à festa da aldeia (que nem chega a ser "aldeia", mas lugar). 

Gosto daquilo. De me saber por lá, neste dia, há muitos anos. Das batatas assadas com o carneiro. Dos doces. De dormir "tipo sardinhas" no chão da sala da minha avó. De acordar com a capela a tocar as horas. De amaldiçoar a Filarmónica a dar entrada. De "ter cuidado com as canas dos foguetes que eles são malucos a lançar aquilo". De poder andar "mais ou menos" solta por lá (aquilo só tem uma rua e umas 20 casas, duas das quais são das minhas avós). De todos a falarmos alto (para quem me conhece, isto é "mal" de família). E ao mesmo tempo (que o tempo é curto e nós temos muito para contar). De andar ouvir dizer que "já tens uma filha assim tão grande?" e ficar cheia de orgulho. Das casas cheias. De adorar saber que "ia ganhar uma prenda" (ou várias). De sair de lá com uma guitarra de plástico e um bombo (é curioso que só me lembro de quatro prendas: a guitarra, os bombos, uma miniatura muito xpto de um Mercedes com portas que abriam e corda e um boné preto e vermelho do Chicago Bulls, que eu quase parti a pala de tanto dobrar para ficar "cool"). 

Agora é tudo um bocadinho diferente. Já não acordo por lá, mas as batatas continuam assadas no forno a lenha e os doces ainda estão do lado da estrada. As vozes continuam a ouvir-se altas. As pessoas continuam a saber quem eu sou "pela pinta" (mesmo que as pintas não coincidam). As casas continuam cheias. As ruas continuam livres. Agora até já há um café (que abre só ao Domingo) e é sempre possível encontrar toda a gente. 

E eu gosto daquilo. Gosto de ir lá neste dia de grande confusão, em que me sinto sempre em casa.

(Nota: a foto é de dia 15 de Abril, estava em atraso desde aí... nos próximos días, o blogue vai ser bombardeado de fotografias, para ver se apanho o fio à meada)

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Expert mode!*

Beginner : Estar a fazer qualquer coisa (tipo falar, respirar ou rir) enquanto bebo e entalar-me - done
Easy: Bater com os ombros e as pernas nas portas porque faço "curvas" muito apertadas - done
Medium: Cortar-me com objectos pouco perigosos (tesouras de crianças, papel...) - done
Hard: Bater umas 3x/semana no tecto (daqueles tipo "águas furtadas") de uma sala onde estou todos os dias e que conheço há anos - done
Expert: Bater com a porta da mala do carro na minha cabeça enquanto eu fecho a dita porta. - done

* Eu sou mesmo boa em coisas estranhas...

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