quarta-feira, 6 de junho de 2012
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"Há um ano atrás estava eu no cortejo do Porto. Um enooorrmmeee friozinho da barriga, as cordas vocais no seu máximo, a cabeça a tilintar. Abraços, Sorrisos, Congratulações. Medo, Orgulho, Felicidade. Um misto enorme deste três.
Hoje dava tudo para voltar a estar ali, como nos últimos 5 anos. Percorrer aquelas ruas. Vestir aquela côr. Gritar por Engenharia.
Não acho que a minha vida esteja pior que no ano passado, só diferente. Tenho menos tempo mas mais regular. Mais responsabilidades mas mais dinheiro. Novo sítio, nova cidade, novo projecto, nova rotina, novas pessoas, novos desafios, novas metas.
Sim, eu adoro isto tudo. Mas não me peçam para não querer fechar os olhos e voltar lá uns dias, para querer viver aquilo tudo outra vez. Não me peçam para não estar aqui a morrer de saudades. Porque elas ficam sempre quando os momentos foram realmente bons."
Texto escrito por mim, a 14/05/2010
No Sábado voltei à FEUP e... foi estranho porque percebi que aquele já não era mesmo o MEU espaço. Não havia gente conhecida nos corredores, trabalhos para fazer ou friozinhos na barriga sobre o que estaria para vir. Aquele tempo passou... e eu fico com um sensação estranha por perceber isso mesmo. Avancemos. (mas cheira-me que logo à noite, alguém vai reler as fitas pela milésima vez...)
terça-feira, 5 de junho de 2012
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E mais um "desafio" semanal. Deste vez, foi difícil. Não sei se dos temas, não sei se do cansaço, não sei se do calor, da pouca inspiração ou de tudo junto. Não tenho nenhuma fotografia da qual goste especialmente mas também não acho nenhuma particularmente má, como já aconteceu. Foi um desafio "morno".
A fotografia do dia é a foto do tema "Estátua". Não é a minha preferida, nem da V, mas é a que tem melhor pontuação (fizemos um sistema de auto-avaliação destas fotografias). Seguem as as restantes por ordem crescente da minha preferência.
(Dedos)
(Sinalética)
(Porta)
(Padrão)
(Amarelo)
(Rua)
(Riso)
segunda-feira, 4 de junho de 2012
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Era uma vez uma rapariga que tinha uma cadela grande.
Era uma vez uma rapariga que tinha uma cadela grande, que gastou um pequenino balúrdio para a castrar para não ter mais animais.
Era uma vez uma rapariga que tinha uma cadela grande, castrada, que decidiu adoptar uma gata, há já cerca de um ano.
Era uma vez uma rapariga que tinha uma cadela grande, castrada,e uma gata, não castrada (ainda...).
Era uma vez uns bebés gatinhos...
Alguém quer uma gatinha bebé?
"That asshole!! Now I have to find a better way to propose to my future wife"*
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Adapto-me.
Choro, estrebucho, acho que não vou conseguir. Depois, arregaço as mangas, conquisto o meu espaço, percebo o que quero e consigo.
Foi sempre assim até agora em todas as grandes mudanças da minha vida.
No final, olho para trás e percebo sempre que valeu a pena, que foi, no geral, muito, muito bom. Adapto-me bem.
É por isto que sei, que se por um motivo ou outro tivesse que mudar de cidade, acabaria por me adaptar e gostar. No entanto, no que depender de mim, quero continuar a voltar aqui, e todos os dias saber "para que lado é que está o mar".
sábado, 2 de junho de 2012
"envergo uma insistente mania de mimar o nosso casulo "
Há pessoas que não ligam nenhuma ao lugar em que vivem, estão-se a marimbar, tanto lhes faz como se lhes fez. Quanto a mim, envergo uma insistente mania de mimar o nosso casulo. É tão bom sentirmo-nos integralmente confortáveis e em casa.
Sentir sintonia, paz e vontade de criar um mundo muito especial entre 4 paredes. É o único lugar em que podemos fazer e acontecer, que podemos dizer que é mesmo nosso, e que tem a nossa impressão digital estampada. Em que podemos andar sem roupa, proferir parvoíces em voz alta, levar os devaneios interiores longe demais, andar descalços, fazer o pino de cuecas, despirmos a máscara que (de uma ou outra forma) usamos lá fora, num prazer privado e incessante.
E eu adoro namorá-la. Adoro receber pessoas e que elas se sintam aconchegadas no nosso refúgio.
Quem disse que ficar em casa é coisa de velho? Eu acho que é coisa de quem se trata bem e sabe o que é bom.
Afinal de contas, mi casa es tu casa. E por muito que vá e venha, e dê voltas ao mundo, tenho sempre saudades dela.
Texto "Hapiness is Homemade", pela Tapinhas, versão integral aqui, no Tapas na Língua.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Ei-lo aqui!
Chegou o mês das cerejas, dos morangos, dos mirtilos e das framboesas.
Chegou o primeiro mês com Verão, da praia, do maior dia do ano, da luz, do calor, das sandálias.
Chegou a Feira do Livro, o Serralves em Festa, do Euro, dos primeiros concertos de Verão, dos churrascos, dos gelados e das esplanadas, do São João.
Chegou! E eu espero-te cheio de boas notícias (p.f.) e energia. Com amigos, com corridas, com fotografias, com jantares, com livros, com música, com calor, com objectivos.
Chegou Junho, e eu espero-o, no mínimo, espectacular.






